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Uma Arlinda Mulher – Mamonas Assassinas

Te encontrei
Toda remelenta e estronchada num bar,
entregue às bebida
Te cortei os cabelos do suvaco e as unhas do pé
Te chamei de querida
Te ensinei
Todos os auto-reverse da vida
E o movimento de translação que faz a Terra girar
Te falei
Que o importante é competir
Mas te mato de pancada se você não ganhar!

Você foi
Agora a coisa mais importante
que já me aconteceu neste momento
Em toda a minha vida
Um paradoxo do pretérito imperfeito
Complexo com a Teoria da Relatividade
Num momento crucial
Um sábio soube saber que o sabiá sabia assobiar
E quem amafagafar os mafagafinhos
Bom amafagafigador será

Te falei
Que o pediatra é o douto responsável pela saúde dos pé
O ‘zoísta’ cuida dos zóios e o oculista
Deus me livre, nunca vão mexer no meu!
Pois pra mim
Você é uma besta mitológica
com cabelo pixaim parecida com a Medusa
Eu disse isso
Pra rimar com a soma dos quadrados dos catetos
Que é igual à porra da hipotenusa

Você foi
Agora a coisa mais importante
que já me aconteceu neste momento
Até hoje em toda a minha vida
Um paradoxo do pretérito imperfeito
Complexo com a Teoria da Relatividade
Num momento crucial
Um sábio soube saber que o sabiá sabia assobiar
E quem amafagafar os mafagafinhos,
bom amafagafigador será

Eu fundei
A Associação Internacional
de Proteção às Borboletas do Afeganistão

Te provei por B mais C
Que as meninas dos teus zóio
não tem menstruação
Dar um prato de trigo pra dois tigres
E ver os bichos brigando é legal que só (miauuu…)
Pois nos ‘tira e põe, deixa ficar’ da vida
Serei sempre seu escravo-de-Jó

vamos para o fim!

Logo agora que você estava quase
entendendo o que eu estou falando (falando)
A canção está acabando e o Creuzebeck
está abaixando ali o volume (volume)
E você não entende nada mesmo porque quando
você estiver em sua casa nesse
momento a música vai tá baixinha (baixinha)
E você não vai entender nada mesmo
porque não sei por que eu tô falando
esse monte de besteira aqui já que estou…
Porra! Vamo parar com esse papo chato,
rapaz! (vamo lá)
Eu já não estou agüentando mais,
está doendo minha garganta
Eu tenho que fazer ali um gargarejo com vinagre,
soltei um peido aqui dentro (caralho!)
Está fedido o ambiente, meus dedos estão dormentes
Pelo amor de Deus, parem com esta porra!

“Te falei que era importante é competir´´
“Que a menina dos teus zóio…´´
“E você não entende nada mesmo porque quando
você estiver em sua casa nesse…´´

Vira-Vira – Mamonas Assassinas

Ooo Raiiios

Fui convidado pra uma tal de suruba,
Não pude ir, Maria foi no meu lugar
Depois de uma semana ela voltou pra casa,
Toda arregaçada não podia nem sentar.

Quando vi aquilo fiquei assustado,
Maria chorando começou a me explicar.
Daí então eu fiquei aliviado,
E dei graças a Deus porque ela foi no meu lugar

Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda,
E ainda não comi ninguém!

Ó Manoel olha cá como eu estou
Tu não imaginas como eu estou sofrendo
Uma teta minha um negão ‘arancou’
E a outra que sobrou está doendo

Oh Maria vê se larga de frescura
Que eu te levo no hospital pela manhã
Tu ficaste tão bonita monoteta
Mais vale um na mão do que dois no sutiã

Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda,
Ainda não comi ninguém!

bate o pé….

burrp (arroto)

hmm… bate o pé…

Oh Maria essa suruba me excita
Arrebita, arrebita, arrebita
Então vai fazer amor com uma cabrita
Arrebita, arrebita, arrebita
Mas Maria isto é bom que te exercita
Bate o pé, arrebita, arrebita
Manoel tu na cabeça tem titica
Larga de putaria e vá cuidar da padaria.

Roda, roda vira, solta a roda e vem
Me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém
Roda, roda e vira, solta a roda e vem
Neste raio de suruba, já me passaram a mão na bunda,
E ainda não comi ninguém!

Vamos lá dançando raios!todo mundo comigo! Uou,uou,uou,oh Maria si deu mal vamo lá!
Ai, como dói…’

Robocop Gay – Mamonas Assassinas

Um tanto quanto másculo
Aí com M maiúsculo
Vejam só os meus músculos
Que com amor cultivei

Minha pistola é de plástico
Em formato cilíndrico
Sempre me chamam de cínico
Mas o porquê eu não sei

O meu bumbum era flácido
Mas esse assunto é tão místico
Devido a um ato cirúrgico
Hoje eu me transformei

O meu andar é erótico
Com movimentos atômicos
Sou um amante robótico
Com direito a replay

Um ser humano fantástico
Com poderes titânicos
Foi um moreno simpático
Por quem me apaixonei
E hoje estou tão eufórico
Com mil pedaços biônicos
Ontem eu era católico
Ai, hoje eu sou um gay!

Abra sua mente
Gay também é gente
Baiano fala “Oxente”
E come vatapá

Você pode ser gótico
Ser punk ou skinhead
Tem gay que é muhamed
Tentando camuflar
(allah meu bom allah)

Faça bem a barba
Arranque seu bigode
Gaúcho também pode
Não tem que disfarçar

Faça uma plástica
Aí entre na ginástica
Boneca cibernética
Um robocop gay…

Um robocop gay,
Um robocop gay.
Ah… eu sei,
Eu sei
Meu robocop gay…
Ai como dói!

Chopis Centis – Mamonas Assassinas

Eu dí um beju nela… e chamei pra passear…
A gente fomos no shopping, pra mode a gente lanchá…
Comi uns bicho estranho, com um tal de gergelim.
Até que tava gostchoso, mas eu prefiro aipim.

(Refrão)

Quantcha gente,e,
Quantcha alegria (he, he, he),
As minha felicidade
é um crediário
nas Casas Bahia.

Quanta gente (oba),
Quantcha alegria (he, he, he),
A minha felicidade
é um crediário
nas Casas Bahia.

pra ribaa (he, he)…

joinha, joinha chupetão
vamo la…junto assim, vam’bora

Esse tal Chopis Centis é muitcho legalzinho,
pra levar as namorada (smack, smack…vem ca vem) e dá uns rolêzinho.
Quando eu estou no trabalho,
não vejo a hora de descer dos andaime (na, na, namm)
prá pegar um cinema ver o “xuasineguer”,
tomém o Van “diaime” (na, na, nam…na, na, namm)

(Refrão)

Quantcha gente,
Quantcha alegria, (he, he, he)
A minha felicidade
é um crediário
nas Casas Bahia.

bem forte…bem forte…

Quanta gente,
Quantcha alegria (obaa),
A minha felicidade
é um crediário
nas Casas Bahia.

(nhamm…hum, nhaoo)

Gáucho – Mamonas Assassinas

Como todo bom gaúcho,
Eu levanto de manhã,
Dou um soco na mamã,
Dou um cacete na irmã.

Tomo chimarrão fervendo,
Pois eu nunca sinto dor,
Dei um tiro no cachorro,
Porque não o gostei da cor.

Com meu berro eu estremeço,
Desde a terra até o sol,
Cai a noite e eu vou pra casa,
Pra por meu baby-dol!!!